O que é uma Biopiscina?




O conceito de uma piscina totalmente saudável, sem o uso de produtos químicos ainda é pouco difundido, mas anda ganhando espaço aos poucos, no mercado brasileiro. E nada melhor que mergulhar em uma piscina com água limpa e sem produtos químicos em um dia de calor!


As biopiscinas são um exemplo da capacidade humana de reproduzir ambientes naturais, associados ao desenvolvimento sustentável. Surgiram na Áustria, no ano de 1983, quando foi criada a primeira biopiscina, por Werner Gamerith. Antes disso, seu conceito já era utilizado na Europa, com lagos naturais, muito procurados por populações que viviam afastados do mar. Atualmente, a Alemanha, Áustria e Suíça lideram em número de piscinas biológicas construídas, públicas e privadas.


Estas piscinas são preferidas pelos que desejam juntar a vantagem de ter uma piscina livre de produtos químicos nocivos, e a harmonia de um ambiente atrativo e reconfortante naturalmente. As biopiscinas possuem um conceito Zen, produzindo um efeito terapêutico. Mas estas não são as únicas vantagens de uma biopiscina.


As biopiscinas consistem em um sistema natural e sustentável, onde as plantas substituem os filtros e produtos químicos geralmente utilizados no tratamento e limpeza da água da piscina. As plantas garantem a limpeza da água e a manutenção da piscina, pois liberam o oxigênio que faz o processo de fotossíntese, mas as espécies de plantas utilizadas dependem do clima local. Por isso é aconselhável procurar um especialista no assunto. A água límpida e cristalina é depurada de forma natural; a depuração da água através das plantas é um processo similar ao que se observa em nascentes de rios e lagos naturais.


Elas são divididas em duas áreas; uma destinada ao banho, natação e outra é destinada à purificação biológica com as pedras e plantas. É nada mais que um lago artificial, impermeabilizável. A água utiliza um sistema de filtragem que usa os microrganismos e plantas. A divisão das duas áreas é importante para que os banhistas não mergulhem entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.




A biopiscina pode ser considerada um novo habitat para a flora e fauna. As duas áreas devem ser protegidas com telas e/ou muretas separando as pedras e plantas da área de banho, mas deve ser uma separação que permita ainda assim, o fluxo de água entre os dois ambientes.


A biopiscina também pode utilizar uma moto-bomba com uma função diferenciada de uma piscina comum, pois seu objetivo é circular a água entre as duas áreas da piscina, garantindo a qualidade da água. E o fundo pode ser aspirado regularmente mantendo o bom aspecto da piscina.


O custo de uma biopiscina varia consideravelmente, dependendo do projeto e dos materiais utilizados. Mas em média seu custo inicial é maior que de uma piscina convencional, porém as biopiscinas poupam nos gastos com energia elétrica e produtos químicos, exigidos no tratamento de uma piscina convencional.


Não necessitam de mudanças de água e não possuem perdas de água com a limpeza, aspiração e retrolavagem dos filtros. A única manutenção necessária é o corte das plantas mortas e a limpeza de folhas e sujeira na área de natação. E duas vezes por ano é recomendado contratar um serviço técnico, que observa o ecossistema e toma amostras para análise laboratorial.


É importante ter em mente que este tipo de piscina promove a biodiversidade. É uma piscina viva, que agrega muitas espécies de animais, insetos e plantas. E quando falamos de insetos e água parada, logo nos preocupamos com o mosquito Aedes Aegypti, mas segundo o site Bio Piscinas, empresa especializada em tratamento de água de Portugal, não há risco de proliferação deste ou daquele mosquito porque o sistema aumenta a biodiversidade, atraindo também insetos e animais predadores dos mosquitos, produzindo assim um ambiente equilibrado.


As biopiscinas possuem vantagens por representarem uma tecnologia limpa e sustentável, não prejudicar a pele e cabelos de seus banhistas, não irritar os olhos, contribuir para a saúde do banhista, além de contribuir do ponto de vista arquitetônico, se integrando melhor à paisagem.

Suas únicas desvantagens são; o fato da água não ficar completamente transparente, o custo inicial superior às piscinas convencionais, e presença de sapos e rãs, que podem assustar os banhistas, mas que são extremamente necessários para o equilíbrio da fauna, pois eliminam os mosquitos.


A valorização de uma biopiscina é inquestionável. Os agentes químicos estragam toda a empolgação de um banho refrescante, e as biopiscinas, além de não necessitarem destes agentes químicos, possuem mais benefícios que todas as outras técnicas.

Sem contar que se torna um ambiente digno de contemplação, oferecendo muito mais que a simples possibilidade de um banho refrescante, pois permite o convívio com a natureza, proporcionando momentos de imenso prazer e beleza.









Mas a Piscinas Planalto ressalta que para a construção de uma biopiscina é expressamente recomendado a contratação de uma empresa especializada no assunto para o funcionamento correto de sua piscina.


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