Olimpíadas Rio 2016 – Maratona Aquática

As maratonas aquáticas são praticadas em águas abertas, como mares, lagos ou rios, e é uma das modalidade esportiva nas Olimpíadas. São praticados percursos de longa distância. Nas Olimpíadas Rio 2016 no Brasil, a distância foi de 10 quilômetros.

Apesar de ser uma modalidade antiga, criada pelo militar e nadador inglês Mattew Webb em 1875, as maratonas aquáticas começaram a fazer parte das Olimpíadas (como prova de natação) apenas em 2008, na Olimpíadas de Pequim, e somente nas Olimpíadas Rio 2016, a modalidade passou a ter status de esporte.
Na Olimpíadas Rio 2016, as provas de maratonas aquáticas foram disputadas no mar da Praia de Copacabana, nos dias 15 e 16 de agosto. E o grande destaque da modalidade foi a prova feminina, com a medalha de bronze, conquistada pela brasileira Poliana Okimoto.
Apesar da Holanda ter se destacado nas provas de maratona aquática, tanto feminina quanto masculina com medalhas de ouro, o maior destaque na categoria foi a medalha de bronze para o Brasil, pois foi conquistada após a desclassificação da competidora Aurelie Muller da França.
A competição começou com 26 nadadoras que fizeram um circuito de quatro voltas de 2,5 quilômetros cada. Após duas horas de prova, a competição terminou com a holandesa Sharon Van Rouwendaal em primeiro lugar, a francesa Aurelie Muller em segundo lugar e a italiana Rachele Bruni em terceiro lugar. A brasileira Poliana Okimoto terminou a prova em quarto lugar, com o tempo de 1h56min51seg.
Assim que as primeiras colocadas passaram pela linha de chegada, os juízes da prova identificaram um erro grave de uma das competidoras. A francesa Aurelie Muller apoiou-se na terceira colocada Rachele Bruni para ultrapassar a linha de chegada. O que foi considerado claramente uma ação não permitida, pelas regras do esporte, por inibir a chegada da italiana Rachele Bruni.


Com a desclassificação da francesa Aurelie Muller, a medalha de ouro continuou com a holandesa Sharon Van Rouwendall, que venceu com grande vantagem entre as demais. A medalha de prata foi então repassada para a italiana Rachele Bruni. E consequentemente, a medalha de bronze foi repassada para a brasileira Poliana Okimoto.
Quando Poliana Okimoto foi informada do resultado, a brasileira ficou tão surpresa, que teve de conter o choro para poder falar com a imprensa. “Depois de Londres, não imaginava que estaria nadando ainda melhor hoje.”, desabafou a atleta.
A reviravolta na competição serviu de palco para que o Brasil pudesse brilhar mais uma vez nos pódios das Olimpíadas Rio 2016.


Os nadadores que praticam esta modalidade esportiva devem ter muita resistência física, adquirida com treinamento intensivo e conhecimento de técnicas específicas para este tipo de esporte. E nada melhor para começar a praticar desde cedo do que ter uma piscina em sua casa.

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